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Bright Breakfast - The Inner Game

EM: Inner game.26 FEVEREIRO, 2019
Bright Breakfast - The Inner Game

Hoje tivemos mais um Bright Breakfast, desta vez sobre o tema The Inner Game.® Vários clientes vieram descobrir o que era The Inner Game® e como é que este podia contribuir para melhorar a sua performance. 

Depois de tomarem o pequeno almoço e fazerem algum networking, explicámos o que era este modelo, 2 dos seus principais conceitos, 3 das nossas técnicas preferidas e 4 aplicações do método The Inner Game®

 

O The Inner Game® foi criado por Tim Gallwey, considerado o pai do coaching, autor de vários bestsellers como “The Inner Game of Tennis”. O “jogo interior” tem lugar na mente e é jogado contra rivais muito difíceis de serem derrotados: nervosismo, falta de confiança e medo do fracasso. Mesmo grandes líderes e atletas lutam contra os seus inimigos internos para alcançar o sucesso e a alta performance.

O objetivo da metodologia The Inner Game® é dar uma forma eficiente e agradável de fazer melhorias em qualquer atividade - desde uma reorganização empresarial, a uma mudança individual, até ao desporto. O desafio é responder às questões: Como podemos manter a concentração em situações de pressão? E como lutar com a voz interior que insiste em afirmar “Não vais conseguir”?

 

Os 2 conceitos de The Inner Game® que falámos foram:

  1. O Self 1 - a voz dentro de nós que dá os comandos e faz julgamentos - e o Self 2 - a voz do ser humano que incorpora o potencial que nasce connosco e as capacidades já adquiridas ou não;
  2. A fórmula da performance: Performance = potencial - interferências.

 

As 3 técnicas que explicamos e que depois foram treinar no campo de Golfe foram:

  1. A consciência das interferências,
  2. A concentração relaxada numa variável crítica
  3. O feedback não avaliativo e o feedback em espelho.

 

As 4 aplicações que fazemos destes conceitos e destas técnicas de The Inner Game® são ao nível:

  1. Da liderança, na clarificação do propósito, no treino do coaching aos seus colaboradores e na gestão do stress;
  2. Da motivação dos profissionais em atividades rotineiras, como as de atendimento ao cliente;
  3. Dos comerciais, para transformarem a sua atividade numa atividade de coaching ao cliente para os ajudarem a tomar boas decisões;
  4. Do executive coaching.

 

No “Putting Green”, os participantes alternaram entre jogar e fazer coaching a outro jogador. O objetivo quando jogavam era que cada um identificasse o seu jogo interior e conseguisse fazer concentração relaxada, de forma a ter uma melhor performance. Quando faziam coaching o objetivo era treinarem o feedback não avaliativo e o feedback em espelho.

As diferentes dinâmicas, sustentadas pela prática do Golfe, foram uma excelente forma para entender como gerir os julgamentos e as interferências internas que nos inibem e pioram o desempenho.

Só mesmo experimentando é que se percebe o impacto de libertar a mente de interferências para aumentar a performance. Saiba mais como fazê-lo aqui.

E assim se começa um belo dia de trabalho!

 

Isabel Freire de Andrade | Partner da Bright Concept